domingo, 8 de julho de 2012


Corrente do Povo do Oriente -  Roda de Cura de Danças Sagradas

O Mentor do Templo da Trybo Cósmica, Cesar Bastos e a Sacerdotisa da Encantaria Cigana do Povo do Oriente Katja Bastos; reuniram há 35 anos os Ensinamentos Sagrados e os Rituais Tradicionais da Encantaria Cigana para formar a Corrente  do Povo do Oriente ou Roda de Cura de Danças  Sagrada.

Através da Energia da Egrégora  formada pelas Danças Circulares Sagradas; cada participante da Corrente  consegue ampliar  seu potencial pessoal e expandir sua Aura de Atração, atingindo o equilíbrio do Mundo Espiritual com o Mundo Material  Para melhor participar da Corrente são necessários alguns elementos:- 7 moedas correntes-1 copo de água mineral-1 vela branca- e 1 incenso .
As Moedas representam o  Elemento Terra - Através delas realiza-se a limpeza das energias negativas acumuladas durante o dia para que os caminhos de concretização  do mundo material sejam abertos. -  Elas são colocadas nas mãos, passadas pelo corpo da cabeça aos pés e deixadas na entrada da Sala da Corrente do Povo do Oriente no início do Ritual  do Povo do Oriente ou Roda de Cura Sagrada.
O Copo com Água representa o Elemento Água - Através dele realiza-se a imantação para sutilizar as emoções e energizar o corpo físico. A imantação acontece quando o copo com Água é seguro com as pontas dos dedos das duas mãos durante o Ritual do Povo do Oriente para  Energização da Água.
A Vela Branca representa o Elemento Fogo - através dela realiza-se a aceleração dos Chackras e a ampliação do poder pessoal para concretizar os desejos que são projetados mentalmente. Ela é acesa durante o Ritual de Encerramento e apagada depois do Ritual de Invocação do Código de Conduta do Povo do Oriente.
O Incenso representa o Elemento Ar - Através dele realiza-se a limpeza do Campo Astral Alquímicamente, sutilizando o ambiente e ampliando a percepção do Mundo Espiritual.
O Santuário do Povo do Oriente é montado no meio da Sala da Corrente de Curas para que o Círculo das Danças Sagradas aconteça ao seu redor.    Nele estão representados:
- A imagem da Mestra Rainha Cigana representando a Entidade da Encantaria Cigana Mentora  da Escola Iniciática do Templo da Trybo Cósmica e responsável pela Evolução Espiritual dos Intérpretes dos 36 Símbolos Sagrados do Tarot Cigano.
- Um prato com frutas representando a fartura e a abundância da Encantaria Cigana do Povo do Oriente.
- Um vaso com flores representando as Virtudes da Alma e a Perfeição Espiritual.
- Objetos Ritualísticos da Encantaria Cigana do Povo do Oriente para serem imantados durante a Cerimônia Ritualística.
São colocados no Santuário até a próxima reunião; os copos de água, as velas, os incensos e os nomes das pessoas que estão precisando do auxilio da Corrente do Povo do Oriente e da Roda de Cura e da  Energização Positiva da Encantaria Cigana do Povo do Oriente. Mesmo quem não se encontre presente fisicamente. É nesse momento que se forma no Éter a Rede Magnética da Trybo Cósmica e todas as pessoas que possuem vibração semelhante se conectam em “alma” para ampliar a freqüência vibracional pessoal fortalecendo a Corrente do Povo do Oriente a quem todos pertencemos e que nos pertence.

Maiores Informações: (021)22730304 – 96465883
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sábado, 23 de junho de 2012


Histórico do Movimento Inter-Religioso no Mundo

XIV século – Na Índia

Imperador Akbar promoveu a tolerância e o convívio pacífico entre o Islamismo eo Hinduísmo. Organizou a Ordem Fraternal DINI-LLAHI (Divina Fé) baseada na harmonia entre as pessoas e na essência do Islamismo, Brahmanismo, Cristianismo e Zoroastrismos.

 XIX Século -No  IRÃ

Maha ‘u´llh, fundador da Fé Baha’l – explicava a universalidade das religiões e seus princípios comuns, pregando a unidade da Humanidade. Todas as religiões são manifestações do plano Divino, segundo esta crença.

O primeiro evento inter-religioso oficial reunindo tradições Ocidentais e Orientais ocorreu em Chicago, em 1893. No primeiro Parlamento das Religiões do Mundo (CPWR), líderes de Dezesseis religiões participaram de sessões de diálogo e palestras inter-religiosas. Lá estava o Surami Vinekananda que trouxe o Hinduísmo para o Ocidente.

Em 1993, o segundo Parlamento das Religiões do Mundo também foi em Chicago. Este reuniu centenas de expressões espirituais e milhares der pessoas com todos os tipos de temas correlatos ao diálogo inter-religioso e às atividades culturais, espirituais e sociais das tradições religiosas. Redigiram o documento “Para uma ética Global”.

Em 1999, na cidade do Calv, uma Assembléia de Líderes Religiosos elaborou um plano de ação.

Em 2004, na cidade de Barcelona, teve como temas principais: a água; os refugiados; a violência motivada por religião. O conselho para o Parlamento das Religiões do Mundo funciona como um programa inter-religioso permanente para a região metropolitana de Chicago.

Em 1986, o Papa João Paulo II reuniu várias lideranças religiosas de diferentes orientações em Assis, na Itália. Em 2002, essa reunião novamente ocorreu.

Algumas organizações internacionais, como a Conferência Internacional sobre Religiões e Paz (WCRP), a associação Internacional para a Liberdade Religiosa (IARF) e o Congresso Mundial das Religiões (WCF), contribuem muito em processos de mediação de conflitos e promoção da liberdade religiosa.

Nos EUA, o Templo da Compreensão (Temple of Understanding) e o Centro Inter-religioso de Nova Iorque (NYIC) promoveram várias metodologias de diálogo inter-religioso.

Em 1994, em Oxford na Inglaterra, surgiu o Centro Inter-religioso Internacional (IIC) que vem, contribuindo com a realização de Seminários Acadêmicos, publicação de um excelente boletim, além de diversas outras publicações sobre o tema. Articulando assim uma produtiva fundamentação filosófica para o diálogo inter-religioso.

O Banco Mundial também deu início a um processo de diálogo inter-religioso voltado para o tema do desenvolvimento e da pobreza, denominado World Faith Dialog ou Denelopment (WFDD). Originando um grupo de religiosos e acadêmicos com uma visão espiritual profunda sobre as causas da miséria. Independente voltado para as questões sociais e promovendo o diálogo inter-religioso.

No Brasil, a Legião da Boa Vontade (LBV) pode ser considerada a primeira instituição a promover o diálogo inter-religioso. Desta forma, em 1949, a LBV teve a feliz iniciativa de reunir representantes de todos os credos, confraternizados cada um per si, expondo as bases respectivas doutrinárias. Realizando reuniões com representantes do Catolicismo, Protestantismo, Espiritismo, Budismo, Maometismo, Positivismo, Esoterismo, Umbandismo, etc.

A Iniciativa das Religiões Unidas - URI e sua história no Brasil :

É uma organização enraizada em Valores Humanos Universais e dedicada a promover o diálogo e a cooperação inter religiosa. A URI está presente em mais de cinqüenta países, desenvolvendo ações comunitárias com a participação de 88 ( oitenta e oito ) Tradições Espirituais. A agenda da URI compreende os direitos humanos, a ecologia, a economia justa, a cultura da paz e o diálogo inter religioso.

Surgiu em São Francisco, na Califória, EUA, em 1986, por ocasião das comemorações do cinqüentenário da ONU. O Arcebispo anglicano Wiliam Swing foi convidado pela ONU para organizar uma grande celebração inter religiosa. Isso fez com que ele refletisse sobre a necessidade de promover o diálogo e a cooperação entre religiões em caráter permanente.

Com este sonho, ele viajou pelo mundo, buscando compartilhar sua visão e conhecer melhor outras iniciativas inter religiosas. Através de cinco grandes encontros anuais, a URI reuniu de 1996 à 2000 mais de mil pessoas dedicadas ao diálogo inter religioso e à construção da Cultura da Paz, envolvendo pessoas de mais de oitenta tradições religiosas, grupos espirituais e nações indígenas, que escreveu conjuntamente a Carta da URI, composta pelo propósito que sintetiza seu compromisso ético e espiritual com a Cultura da Paz e pelos princípios que orientam as diretrizes para a cooperação e o desenvolvimento das atividades propostas. Este documento foi assinado em Junho de 2000, data de seu lançamento oficial mundial.

Propósito :

Contribuir para a erradicação da violência de motivação religiosa e criar culturas de paz, justiça e cura para a Terra e para todos os seres vivos.

A URI no Brasil :

No Brasil, a URI passou a ser representada pelo Movimento Inter Religioso do Estado do Rio de Janeiro – MIR/RJ, em Julho de 1997, após seu Coordenador André Porto haver participado da II Conferência Global da URI. A espiritualidade e a experiência brasileira tiveram um papel significativo na formação da URI.

No fim de 1998, por ocasião da visita ao Brasil do Padre Luis Dolan, Coordenador Latino Americano da URI até seu falecimento em Outubro de 2000, surgiu a idéia de um encontro nacional da URI que reunisse pela primeira vez as diversas iniciativas inter religiosas espalhadas pelo país.

Nesta época, um núcleo de amigos da URI começou a formar-se em São Paulo, fazendo uma parceria com o MIR/RJ para organizar o evento, passando a formar uma comissão de voluntários representantes da URI no país, através de suas instituições ou individualmente. O papel das instituições Palas Athena, Instituto de Estudos da Religião – ISER, WBA – World Business Academy, Instituto Arapoty e Brahma Kumaris foi crucial para garantir a credibilidade ao evento, pois quase ninguém ainda conhecia a URI. O Reverendo Charles Gibbs, Diretor Executivo da URI, coordenou a organização do mesmo.

Em 1999, na cidade de Itatiaia, aconteceu o I Encontro Nacional Inter Religioso – “Criando uma visão de Diálogo no Brasil”, com vinte e cinco tradições espirituais e seis nações indígenas, de quinze estados brasileiros. Foi um marco na história do diálogo inter religioso no Brasil, originou o Círculo de Cooperação de São Paulo – CC/SP. A URI passou a ser referência na prática inter relligiosa.

Em Junho de 2000, em Pittsburg, EUA, houve a cerimônia de assinatura da Carta da URI.

Em Agosto de 2002, ocorreu o primeiro grande Encontro da URI, fora dos EUA, na I Assembléia Global, na cidade do Rio de Janeiro, com o tema “Compartilhar o Sagrado e Servir ao Mundo”. Com cerca de trezentos delegados de cinqüenta países. O evento foi organizado pela URI, pelo MIR/RJ, pelo VIVA-RIO e pelo CC/SP. Simultaneamente à Assembléia, aconteceu o evento público da Aldeia Sagrada. Após esta Assembléia no Rio de Janeiro, surgiram os Círculos de Cooperação de Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Há núcleos em formação em Porto Alegre, Florianópolis, Ribeirão Preto, Brasília, Salvador e Recife.


O Centro de Referência à Discriminação Religiosa – CRDR :

O CRDR é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, registrada no Ministério da Justiça, tendo como propósitos:

·     Garantir a liberdade de crença e culto, preconizada pelo art. 5°, da Constituição Federal de 1988;

·     Divulgar e defender a Carta Universal de Direitos Humanos da ONU;

·     Cumprir a delegação estadual de diversidade religiosa junto ao Plano Nacional de Direitos Humanos;

·     Colaborar na execução da reformulação dos Planos Estaduais e Municipais de Direitos Humanos;

·     Desenvolver a institucionalização das Casas de Tradição Religiosa;

·     Promover o intercâmbio do diálogo inter religioso;

·     Promover ações afirmativas e sociais para a prevenção primária da violência;

·     Apoiar ações que visem a melhoria, o respeito à cidadania e o aprimoramento das relações entre pessoas e nações;

·     Defender as leis de inclusão e lutar pelo aprimoramento das leis que coíbam qualquer forma de discriminação;

·     Defender todas as pessoas ou tradições religiosas ameaçadas pela discriminação;

·     Promover esforços na captação de recursos para apoiar ações que visem o bem estar coletivo, a capacitação profissional, a difusão da cultura e da religiosidade e a paz no planeta;

·     Difundir os Valores Humanos Universais – Verdade, Ação Correta, Paz, Amor e Não Violeência.











sábado, 9 de junho de 2012


CARTA 1 do Tarot Cigano – O MENSAGEIRO
Força Viva e Vibratória do KUNDALINI – EXÚ
Concretizações e Realizações dos objetivos propostos. Algo que ainda não está “materializado”, porém está à “caminho” para concretizar-se no mundo material.
EXÚ
É o primeiro Orixá a ser cultuado por ser o encarregado de levar as Mensagens dos Orixás do Plano Astral para a Terra e retornar ao Plano Espiritual com os pedidos dos Seres Humanos.
Em geral todas as plantas que contém espinhos, ardem, queimam, formigam ou provocam coceiras no corpo humano são pertencentes à Exú.
Saudação: Kobá Laroyê Exú Mo Jubá!
Assentamento: Tridente de Ferro, Imagem de barro e pedra
Dia da semana: Segunda-feira
Cores: Vermelho e Preto
Seguidor: Eleexu ou Omo Exú
Símbolo: Ogo ou Membro Ereto
Força da Natureza: Todas, pois está em tudo e em todas as coisas que se manifestam no Planeta Terra
Elemental da Natureza: Salamandras
Mineral: Carvão, Carbureto, Rubi, Granada e Obsidina
Frutos: Todos os que são oferecidos aos Orixás
Flores: Rosas e Palmas Vermelhas
Vestimenta: Saiote e Capa / Manto Vermelho e Preto
Perfume da Rainha Cigana: Hod, Khadir, Artemis, Shekinah
Sortilégios Ciganos: Proteção, Dinheiro, Segurança, Abrir Caminhos, Trabalho
Comida Seca: Todas que são oferecidas aos Orixás
Alquimia Cigana para EXU: POGATHIÁ

POGATHIÁ  -  EXU - O MENSAGEIRO
INGREDIENTES :
2  kg farinha de trigo
6 ovos
1 xícara de açúcar
1 colher de sal
200 g de manteiga
40 g de fermento de pão
½ litro de água
1 copo de leite
3 xícaras de óleo

MODO DE PREPARAR
Dissolva o fermento na água morna. Coloque em uma bacia a farinha, o açúcar, o sal, os ovos, e a manteiga derretida. Misture e coloque o fermento. Vá sovando e colocando o óleo aos poucos até dar o ponto de desgrudar das mãos. Deixe descansar 1 hora. Estique a massa em uma forma untada, fure-a toda com os dedos. Unte com óleo por cima e coloque no forno
RENDIMENTO: 10 pessoas
Acompanhamento das Refeições
BOM  APETITE !

Louvação da Encantaria Cigana ao Orixá Exu  -  A ESTRADA É SUA

Seu Tranca – Rua
                     Dá licença para eu passar          ( BIS)
A Estrada é sua
Nos queremos caminhar

Somos Ciganos eu sei
Mas Mensageiros do Amor
Seu Tranca – Rua
Está sempre onde eu estou

Ao meio – dia
O sol vem pra clarear
Levanta a poeira
Os Ciganos vão trabalhar

Mas quando à noite a Lua
Clareia toda a estrada
Seu Tranca – Rua
Dá a sua gargalhada !


É a Figura mais controvertida do Panteão afro-brasileiro. O Mensageiro entre os Orixás e os Homens. É o Elemento Dinâmico de tudo que existe, o princípio da comunicação e expansão. Ele leva aos Orixás os pedidos e traz as respostas; faz com que sejam aceitas as oferendas; abre os caminhos para que haja um bom relacionamento entre o mundo material e o sobrenatural. À ele corresponde o Elemento Fogo, sua Essência é o Movimento. É ele que possibilita o nascimento dos seres vivos que povoam a Terra e é ele que leva de volta ao Cosmos após a Morte, as substâncias que constituíam os Seres Humanos. Pode circular de um Mundo para outro e viajar pelo Reino dos Mortos com total liberdade e autorização de todos os Orixás.

sexta-feira, 1 de junho de 2012


- ENERGIZAÇÃO DOS CHACKRAS –

 Na Tradição da Encantaria Cigana do Povo do Oriente

Chackra Muladhara – situado na base da coluna vertebral

Raio de Luz Vermelho – Amor ao próximo, serviço abnegado, idealismo, compaixão, devoção e paz.
Dia de semana – Sexta-feira
Arcanjo Uriel e Dona Graça
Mestra Nada e Mestre Jesus
Elohim Tranquilitas e Pacífico
Regência Vênus e Marte
Símbolo – a Rosa Rubi
Pedra – Rubi

Estabelece a nossa ligação com o Magma da Terra, a nossa Raiz. É nele que está encerrado o Fogo do Kundalini. É associado a Energia Vital, à vontade e a nossa intuição é nesse Chackra que nasce o Desenvolvimento da Evolução Espiritual.

Chackra Sayadisthana – situado na região umbilical

Raio de Luz Verde – Verdade, concentração, cura, conhecimento concreto, ciência, suprimento, abundância divina e curas.
Dia da semana – Quinta-feira
Arcanjo Rafael e Maria
Mestre Hilarion
Elohim Ciclope e Christal
Regência: Júpiter
Símbolo – A Lâmpada de Creta
Pedra – Esmeralda

Rege a sexualidade e os instintos. Quando equilibrado esse Chackra faz com que os estados da consciência só atuem positivamente.

Chackra Manipura – situado na região do plexo solar

Raio de Luz Amarelo – Iluminação e sabedoria divina, paz e amor resultantes da compreensão da nossa Filiação Divina
Dia da semana – Segunda-feira
Arcanjo Jofiel e Constância
Mestre Confúcio
Elohim Cassiopéia e Minerva
Regência Mercúrio
Símbolo – O Caduceu de Hermes
Pedra – Topázio
Está ligado à vida emocional e sua principal função é receber Energia do ambiente externo e distribuí-la para os outros centros Cháckricos.

Chackra Anaratha – situado na região cardíaca

Raio de Luz Rosa – Puro Amor Divino, adoração, tolerância, bondade, doçura e sensibilidade
Dia da semana – Terça-feira
Arcanjo Samuel e Caridade
Mestre Paulo Veneziano e Rowena
Elohim Orion e Angélica
Regência – Vênus
Símbolo – A Pomba Branca do Espírito Santo
Pedra – Quartzo Rosa

Sua principal característica é o movimento, registra a qualidade e o Poder do Amor em sua Vida. É nesse Chackra que os pensamentos devem se concentrar durante as Meditações, pois é aí que acontecem as transformações espirituais pessoais.

Chackra Vishuda – situado na região da garganta

Raio de Luz Azul – Vontade Divina, fé, força, poder e proteção
Dia de semana – Domingo
Arcanjo Miguel e Astrael
Mestre – El Morya
Elohim Hercules e Amazonas
Regência – O Sol
Símbolo – O Santo Graal
Pedra – Safira

 Está associado aos sons, aos ritmos, as cores e as formas. Liga-se ao corpo físico através das glândulas tireóide e para- tireóide.
Em oradores ou cantores ele é brilhante e gira rapidamente.


Chackra Ajna – situado entre as sobrancelhas

Raio  de Luz Violeta – Transmutação, alquimia, senso do ritmo exato, ordem, disciplina, libertação e cerimonial
Dia de semana – Sábado
Arcanjo Ezequiel e Ametista
Mestre Saint Germain e Portia
 Elohim Arthurus e Diana
Regência – Urano e Saturno
Símbolo – A Cruz de Malta
Pedra – Ametista

Está fisicamente ligado à glândula pineal. É o ponto de ligação com o inconsciente, nele nascem a intuição e a vidência, reflete a direção dos pensamentos. Quando os interesses pessoais estão voltados para assuntos espirituais, a” terceira visão “brilha, captando mais Energia e Inspiração.


Chackra Sahasara – situado no topo da cabeça

Raio de Luz  Branco – Pureza, ressurreição e ascensão, senso artístico e estético, imposição da harmonia em qualquer conflito.
Dia da semana – Quarta- feira
Arcanjo Gabriel e Esperança
Mestre Seraphis Bey e Isis
Elohim Claire e Asthrea
Regência – A Lua
Símbolo – O Lírio
Pedra – Diamante

Possui as cores do Arco – Iris e é de um brilho deslumbrante.
O grau da espiritualidade é percebido através desse Chackra, é considerado como a Morada da Alma, o Canal de comunicação com a Energia Vital.

terça-feira, 15 de maio de 2012


Histórico Místico do Tarot Cigano da Trybo Cósmica

          O Tarot Cigano é o Código de Linguagem que os membros do Templo da Trybo Cósmica utilizam para interpretar os acontecimentos que interferem em nossa vida diária. Foi criado há 35 anos, com o objetivo de reunir pessoas que possuam afinidades com a Encantaria Cigana do Povo do Oriente e com a Magia das Religiões da Natureza.
          Seus membros não possuem necessariamente descendência cigana. Por acreditarem na Reencarnação e no Resgate Kármico; sabem que já foram ciganos em vidas passadas e que os Rituais Tradicionais da Encantaria Cigana do Povo do Oriente precisam ser mantidos e respeitados através da Magia Alquímica dos Mestres Espirituais Ciganos.
          Através do Ritual Iniciático específico para a Interpretação das Lâminas Sagradas do Tarot Cigano, pode-se ampliar o poder psíquico magnético pessoal e compartilhar a Essência do conhecimento ; através da troca de informações entre o Mundo Material e o Mundo Espiritual.
          Por ser um “Oráculo Nômade”, ele pode ser utilizado a qualquer momento. Fornece informações sobre o Quadro Magístico Pessoal e indica quais Forças Vivas e Vibratórias da Natureza ou Orixás devem ser acionados para equilibrar o Mundo Material com o Mundo Espiritual. Podemos exercer a Arte Divinatória, em seu sentido mais puro através do Equilíbrio Energético da representação simbólica dos quatro Elementos da Natureza (Terra – Água – Fogo – Ar), em nosso “Campo Magístico Oracular” ou Mesa de Jogo.
          Todas as determinações e Orientações Ritualísticas seguem os preceitos das Antigas Mestras da Iniciação da Encantaria Cigana e foram transmitidos pela Mestra Rainha Cigana - Entidade Espiritual do Povo do Oriente e pelos Mestres de Sabedoria para trazer ao Mundo Moderno a Sabedoria do Povo do Oriente.
          Fornecendo as informações Magísticas necessárias para iluminar os Chakras e “acordar” o potencial latente adormecido mediunicamente nos Membros do Templo da Trybo Cósmica.  Foram “canalizadas” pela atual Sacerdotisa do Povo do Oriente e do Templo da Trybo Cósmica – Katja Bastos, que é a primeira representante encarnada da Linhagem de Sacerdotisas da Encantaria Cigana Sagrada. Além de possuir o Dom de minorar os males da Matéria e do Espírito, também possui o poder de Interpretar os Símbolos dos Antigos Mistérios da Encantaria Cigana
           A Sacerdotisa do Povo do Oriente possui poder para Iniciar Ritualisticamente todos que tenham sido preparados  e aprovados pela Equipe de Instrutores e pelo Mentor Espiritual do Templo da Trybo Cósmica do Povo do Oriente.
           Esses profundos conhecimentos vêm sendo transmitidos à Humanidade desde a Antigüidade, seguindo uma Linhagem Sucessória de Sacerdotisas do Povo do Oriente que possuem Atlântida como Origem Iniciática da Magia da Encantaria Cigana.
          Segundo as Lendas contadas pelos Antigos : Atlântida seria uma Ilha do Oceano Atlântico que estaria localizada a oeste do Estreito de Gibraltar e que teria submergido em decorrência de um grande cataclisma.
          Muito se tem escrito sobre Atlântida, Porém preferimos recorrer a Platão por sua importante contribuição à filosofia e à política e também por ter sido reconhecido em seu tempo como um homem de profunda Espiritualidade e Sabedoria.
           Platão narra em seu Diálogo, “Timeu e Crítias” como os Sacerdotes Egípcios fizeram a Sólon a descrição de Atlântida: “possuía uma região mais extensa que a Ásia Menor e a Líbia, juntas, formando um grande arquipélago. Possuía uma população de seres altamente desenvolvidos para a época, tanto materialmente, quanto espiritualmente.
           Utilizavam as Faculdades Mentais em toda a plenitude;  trabalhavam com as Artes Divinatórias,  os Cristais, a Cromoterapia, a Astrologia e  a Numerologia. Desenvolveram muitas pesquisas na área da “Engenharia Genética”. Porém, nem todos compartilhavam dos mesmos objetivos de Evolução Espiritual Positiva dos “Magos Brancos”. Os “Magos Negros” utilisavam as experiências genéticas para criarem seres mutantes como Ciclopes, Minotauros, Sereias, Centauros, etc (citados em inúmeras lendas infantis de todos os continentes).
           Isso contribuiu para que o “equilíbrio magístico” se rompesse e o arquipélago todo afundasse no meio do Oceano.  Os Iniciados nos Mistérios Sagrados previram a catástrofe através de seus Oráculos.  Migraram, então, para os continentes próximos com o objeto de manter os Rituais e as Tradições da Magia Atlante vivas para as próximas gerações.  A Lenda preservou-se até os nossos tempos, através dos relatos de nossos Antepassados Magístas, além também de inúmeras outras teses e teorias que  embasam os relatos de Platão.
          A importância de trazer o Conhecimento Sagrado da Linguagem Simbólica do Tarot Cigano aos “não ciganos” é para mostrar que é chegada à hora de realmente formamos uma Grande Trybo Cósmica. Resgatando as Tradições Ritualísticas com o único intuito de auxiliar nossos semelhantes a também enxergarem a Luz do Grande Arquiteto do Universo.
          As disputas, os ciúmes, as invejas e as mesquinharias são características de seres humanos pouco desenvolvidos e precisam ser deixadas para trás. Estamos “trabalhando” com Seres de Luz, Espíritos de Alta Freqüência Vibratória que já se desprenderam das pequenas demarcações  territorais dos seres humanos.
         Os Ciganos Espirituais ou Mestres da Encantaria ; depuraram suas qualidades, seguindo as orientações da Grande Fraternidade de Magia Branca, dos Mestres Ascencionados dos Sete Raios de Luz e da Magia do Povo do Oriente.
         O objetivo da Trybo Cósmica é formar uma Corrente de Evolução Planetária, onde todos sejam realmente aliados e que cada um se empenhe ao máximo em sua própria Evolução, para poder auxiliar na Evolução Espiritual dos seus semelhantes., Conseqüentemente contribuir positivamente na manutenção do Planeta Terra “Gaia”  - a nossa Mãe Natureza.

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terça-feira, 1 de maio de 2012


Primeira intervenção de Katja Bastos – Delegada Nacional da Etnia Cigana - Mesa Redonda “Desigualdades raciais no Rio de Janeiro”

A construção da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial está baseada em diversos instrumentos, dentre os quais se destacam:
·        A Convenção Internacional sobre Eliminação de todas as formas de Discriminação, que define a discriminação racial como “toda exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica, que tenha como objetivo anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em um mesmo plano (em igualdade de condição) de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico e social”.
·        O Brasil sem Racismo, um documento elaborado para o programa de governo indicando a implementação de políticas de promoção da igualdade racial nas áreas do trabalho, emprego e renda, cultura e comunicação, educação e saúde, terras de quilombos, mulheres negras, juventude, segurança e relações internacionais.
·        E o Plano de Ação de Durban, produto da III Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata, no qual governos e organizações da sociedade civil, de todas as partes do mundo, foram conclamados a elaborar medidas globais contra o racismo, a discriminação, a intolerância e a xenofobia.
Assim sendo, é de responsabilidade do Governo Federal, do Estadual e do Municipal, observados os limites institucionais do Poder Executivo, desenvolver mecanismos para assegurar a eficácia dos direitos de cidadania plena.
Sabemos que o governo brasileiro já coloca em prática os marcos e princípios políticos de Durban e da Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial. Admite a diversidade nacional, reconhecendo a sociedade brasileira como multicultural, multiracial e pluriétnica, buscando reafirmar ou alterar o posicionamento do Estado brasileiro.
Por conseqüência,  o Governo reconhece, também, a dívida histórica do Estado com os povos ciganos, no que diz respeito à constante violação dos direitos humanos, que se manifesta na existência de estereótipos negativos, preconceitos e nas várias formas de discriminação das minorias ciganas pela população majoritária nacional, sem a efetividade de políticas específicas para descendentes deste grupo.
Gostaríamos de esclarecer um pouco mais a questão dos ciganos.

Nada, mas absolutamente nada, sabemos sobre o número de ciganos nômades, semi-nômades e sedentários atualmente existentes no Brasil, nem sobre sua distribuição geográfica.  Há quem, sem apresentar quaisquer provas, fala até na existência de 800 mil ou 1 milhão de ciganos no Brasil.  No entanto, quaisquer estimativas sobre a população cigana brasileira não passam de meras fantasias.  No Brasil, até hoje, nem o IBGE ou outra instituição de pesquisa demográfica, nem cientista algum tem feito um levantamento da população cigana.

Desde sua chegada na Europa Ocidental, os ciganos têm sido vítimas de políticas anti-ciganas, em todos os países por onde passaram.  “Cigano” virou palavrão; ser “cigano” virou crime, o que em muitos países significava a condenação à morte.  Ainda em pleno Século XX, os nazistas exterminaram cerca de 500.000 ciganos, um holocausto que os historiadores preferem esquecer.

O Brasil talvez seja o único país do mundo no qual um cigano chegou a ser Presidente da República (Juscelino Kubitschek, 1956-60)  Mesmo assim, todas as Constituições Federais sempre ignoraram a existência de ciganos, e no Brasil não existem políticas anti-ciganas ou pró-ciganas, nem leis que tratam especificamente das minorias ciganas.

A defesa dos direitos e interesses das minorias ciganas, no entanto, é bem mais difícil e complexa, porque nas bibliotecas universitários os interessados procurarão em vão uma bibliografia nacional e estrangeira sobre ciganos, ou sobre direitos ciganos.  Os antropólogos, historiadores, geógrafos, juristas e outros, quase sempre ignoraram a existência das minorias ciganas no Brasil.

No Brasil não existe uma legislação especificamente cigana.  No entanto, na Constituição Federal de 1988 existem alguns artigos que, por extensão, dizem respeito também às minorias ciganas.

Direito à não-discriminação:
“Art. 3º.  Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I.                Construir uma sociedade: livre, justa e solidária;
IV.          Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

“Art. 5º.  Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade...
XLII.     A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito a pena de reclusão, nos termos da lei.”

Direito à livre locomoção:
“Art. 5º.  Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...
XV.       É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.”

Direitos culturais:
“Art. 215.  O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
#1º -   O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório brasileiro.

Art. 216.  Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:
1.             As formas de expressão;
2.             Os modos de criar, fazer e viver;
3.             As criações científicas, artísticas e tecnológicas...
#3º -   A lei estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais.”

A Constituição Federal garante, assim, aos ciganos nascidos no Brasil os mesmos direitos dos outros cidadãos, pelo menos em teoria.  Na prática, muitos destes direitos são constantemente violados, o que se manifesta, como já dissemos, na existência de estereótipos negativos, preconceitos e várias formas de discriminação das minorias ciganas pela população majoritária nacional.  Porém, os ciganos, por constituírem minorias étnicas, também têm direitos especiais, citados em vários documentos internacionais, aprovados e promulgados também pelo Governo Brasileiro.  Desnecessário dizer que também estes direitos especiais são constantemente ignorados e violados.

A Declaração Universal dos Direitos dos Povos, de 1976, dedica uma seção ao "Direito à Cultura", na qual afirma: "Art. 13 - Todo povo tem o direito de falar sua língua, de preservar e desenvolver sua cultura, contribuindo assim para o enriquecimento da cultura da humanidade. Art. 14 - Todo povo tem direito às suas riquezas artísticas, históricas e culturais.  Art. 15 - Todo povo tem direito a que se não lhe imponha uma cultura estrangeira”.

Também a Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em 1990, assim se pronuncia:
“Pertencer a uma minoria nacional é assunto de escolha pessoal, e esta escolha não pode resultar em danos. As pessoas pertencentes a uma minoria nacional têm o direito de expressar, de preservar e de desenvolver em plena liberdade sua identidade étnica, cultural, lingüística ou religiosa, e de manter e desenvolver sua cultura sob todas as formas, salvos de qualquer tentativa de assimilação contra sua vontade.” 
“Também de que os Estados participantes protegerão a identidade étnica, cultural, lingüística e religiosa das minorias nacionais que vivem em seu território e criarão as condições necessárias para promover esta identidade.  Eles tomarão as medidas necessárias a este respeito, após ter realizado as consultas apropriadas, e especialmente após terem entrado em contato com as organizações ou associações destas minorias, conforme os processos de decisão de cada Estado.  Estas medidas deverão ser em conformidade com os princípios de igualdade e de não-discriminação com respeito aos outros cidadãos do Estado participante em questão”.

Esperamos que a nossa intervenção nesta Conferência possa servir de instrumento para futuras reflexões sobre os direitos ciganos no Brasil, e estimular a realização de pesquisas de campo por antropólogos e outros cientistas sociais brasileiros.  Esperamos, ainda, que estes documentos ajudem também as organizações não-governamentais ciganas e pró-ciganas a definir e expressar melhor suas reivindicações, conforme o atual pensamento do movimento cigano internacional.

Até porque sabemos que os problemas enfrentados por estas organizações(ciganas) não são poucos.  Em primeiro lugar existe a enorme diversidade lingüística que torna uma efetiva comunicação nacional ou internacional entre os ciganos praticamente impossível.  Mesmo a nível nacional muitas vezes são falados vários dialetos ciganos diferentes.  Não é sem motivo que os intelectuais ciganos estão preocupados com a unificação das inúmeras línguas e dialetos ciganos, através da criação de um romani estandardizado, uma espécie de “língua geral” cigana.

Em segundo lugar há a enorme variedade de problemas, aspirações e interesses familiares, locais, regionais ou nacionais: o que uma família ou grupo, ou os ciganos de determinado país podem achar importante, pode não ter o mínimo interesse para os outros, e os problemas de um não precisam ser, e quase nunca são, também os problemas dos outros.

Acrescenta-se, em terceiro lugar, que as estruturas políticas ciganas ainda são inadequadas para um tipo de organização, que sempre significa mudanças na cultura tradicional.  As lideranças ciganas sempre foram a nível familial ou grupal e nunca tiveram uma organização política a nível regional, nacional, e menos ainda internacional. 

Finalmente queremos dizer que na Terra, no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro há lugar para todos.  Nenhum povo tem o direito de oprimir e discriminar um outro apenas porque este é diferente e vive em diáspora contínua.  A única possibilidade para uma convivência melhor consiste no respeito recíproco de um pelo outro e, acima de tudo, pelas tradições culturais que cada povo tem o direito de conservar e desenvolver.  Este princípio está, entre outros, consignado na Declaração Universal dos Direitos Humanos
Mas, para isso, para transformar todas as reivindicações ciganas em realidade, reivindicações estas que incluem o reconhecimento de seus direitos específicos como minorias étnicas, um longo caminho ainda terá que ser percorrido.  Mas o que importa é que nós, os próprios ciganos, após séculos de silêncio e resignação, finalmente começamos  a levantar a voz, a reivindicar, a denunciar e a exigir os seus direitos.  No mundo, no Brasil, e no Rio de Janeiro. Obrigada!!